14 março 2010

Post um bocado a atirar para o ordinário: sim; todo fodido.



Em tempos descobri numa compilação de novos talentos à data, uma banda com um nome soberbo: Yo La Tengo, o exmplar era "Private Doberman".

Desde essa altura que escuto até ao limite da exaustão todos os seus álbuns, que fazem o favor de ser quase sempre dos melhores da colheita do ano a que dizem respeito e como tal projectam a sua obra para limiares de excelência.

Estes caralhos são parte integrante da lista de maldições que me impediram assistir a concertos de músicos que gosto de ouvir como o cão do Miguel: que mais uma vez lerpo: como ele: o cão: dele.

Puta que pariu: sempre que os Yo La Tengo cá vêm: há sempre algum cataclismo que vem ter comigo como moscas a mel: ou abelhas? Uma merda dessas com asas, umas mais insuportáveis que outras.

E são um grupo com discos fenomenais; canções incríveis: músicos fodidos de bons.

A 13 de Janeiro às 20:38 comprei numa f*** ( aqui os asterixes não são da palavra inglesa ) que agora existe em cada filho da puta de cada de shopping, por 23 euros - mais uma merda de uma comissão que tem se de pagar por aqueles que têm a puta da mania de não adjudicar cartões com medo que lhes telefonem por dá cá aquela palha a sugerir promoções de merdas que não interessam nem à tonicha do menino jesus - um bilhete para a casa da música, onde para se arranjar ingressos que sobram dos mecenas, patrocinadores ou siglas que aparecem a seguir a "com o apoio de" é uma tarefa semelhante a encontrar uma personalidade politica com 1,5 mm de espessura de interesse, e tinha logo que me foder inteirinho.

Por afazeres profissionais, atiram-me para fora do Porto, logo hoje!
Com tanto filho da puta de tanto dia!
Foda-se!

A juntar a tudo isto Brendan Perry vem até cá perto e fiquei vê-lo ao longe.

Sempre ouvi dizer que uma puta de uma desgraça numa nuvem só: raios comam o diabo!

E quase que tinha dado para ir a Lisboa ou Santiago de Compostela e, que na altura sim, me parecia muito mais dificil em termos de calendário.

Podia deixar aqui algumas 32851478861589686214 grandes canções geradas por Ira Kaplan, Georgia Hubley e James McNew.
Fica esta porque sim, cassafoda!

Façam-me é só um favor: quem os vir em Lisboa ou no Porto que me diga que foi dos melhores concertos que assistiu: mesmo que minta: por vezes uma milonga pode ser piedosa.

Tenham um grande concerto a ver músicos do caralho e a escutar canções fodidinhas de boas!



5 comentários:

susana disse...

foda-se, Nuno, até num post destes tens classe! como sempre, em grande! (e, para que conste, quem te afastou deste concerto não merece respirar)

rosa disse...

Rusty Zimmerman: Oh yeah? Well life's a bitch, so I became one, honey!

Nuno disse...

Rosa: flawless 1999?

Susana: tky.
Ou como se diz penso que pelo alvor: deveria ter uma febre tão grande que lhe devia deterrer a fivela do cinto e, ter uma dor tão grande tão grande que quando mais andasse mais doesse e se parasse rebentava.

1entre1000's disse...

foi genial FOI!

Nuno disse...

1:
"its' good to know" :)